quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Atitudes certas


Muitas coisas a incomodam... É essa expectativa, dúvida, rotina, perguntas, ansiedade e até mesmo a esperança. Sentimento esse que a faz criar fantasias e imaginar um futuro onde tudo irá dar certo, mesmo sabendo que as atitudes tomadas por ela no presente, a firam ao longo do caminho. Mas ela vai sobreviver a tudo isso, mesmo que as pessoas à sua volta digam o contrário.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Voltar antes de ir


Vai chegando mais um feriado, e as pessoas sempre imaginam como será a viagem, o lugar para qual elas vão e as pessoas que vão conhecer.
Sinto- me estranha pois percebi que de todas as viagens que fiz ao longo de minha vida, sempre antecedia minhas "aventuras" imaginando como seria a volta para casa, não que não goste de viajar; não, pelo contrário. Mas tento imaginar como seria a minha "bagagem emocional" pelo fato de ter conhecido alguém muito especial que fosse capaz de transformar a minha vida a partir daquela viagem; ou do caminho que fiz até aquele lugar, e até mesmo da reuniãozinha com alguns amigos cantando, e com aquele amigo do grupo que toca violão e sempre carrega o "bendito" nas viagens, sabe àquele amigo?!(isso é ótimo, sempre faço rsrs), então são essas coisas que imagino antes de viajar. Parece ser ansiedade, mas não é.
É só um jeito de deitar um novo olhar sobre um mesmo ponto de vista, aliás é sempre assim que procuro analisar tais aventuras e todo os afins da vida, que é como é... Com suas ilusões e descobertas.

ENJOY

Joyce Barreto

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Mudanças


Ela vivia num lugar utópico, onde não existia cobranças e nem razões para se preocupar. De repente vê- se obrigada a se mudar, mudar para um lugar onde tudo é diferente, e nesse "novo meio" ela tem de sobreviver e saber lidar com situações complicadas, adversas, pessoas enigmáticas e complicadas; mas que a tratam muito bem. E também descobrem- na aos poucos e revelam seus mistérios e desmistificam cada conceito formado e não decifrado a muitos anos.
Ela até gosta disso tudo, mas o q mais a surpreende é a maneira com que uma pessoa em especial, no meio de tantos problemas, tem a capacidade de tornar todas as outras coisas mais simples, e simples são quando principalmente os olhares se reencontram, para retomar o bem estar daquelas antigas sensações de quando não havia cobranças, apenas o fato e a obrigação de se sentir feliz.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Carne e osso


Quando eu acordei, a tristeza estava lá.
Ao invés de mandá-la ir embora, resolvi conversar e servir uma taça de vinho para ela. Decidi por assim dizer que a tratei bem, porque a final, a tristeza veio ME visitar, não poderia tratá- la com indiferença. Não sou dessas pessoas que estão sempre com um sorriso estampado e "plastificado" no rosto; percebi que sou de carne e osso, e também sofro.
Você pode até achar que é algum tipo de "culto" ao sofrimento, mas não é. Gosto de sentir minhas dores, de percebê-las e saber que sou sucetível a querer mudar de opnião.
Em falar em dor... Por quê será que há sempre uma necessidade dos outros em querer "amenizar" as nossas dores?
Deixe que sintamos essas coisas, até porque ninguém tem nada a ver com isso; e isso não é um tipo de fora. Se o problema é meu, porquê os outros tem de se intrometer?
A maior dor que existe é a minha, e só MINHA. Nada e ninguém vai poder me fazer melhor, a não ser que eu queira que essa dor ou tristeza se vá.
Agora que já desabafei, posso abrir a porta, acenar e pedir que ela demore bastante, até que volte.

Joyce Barreto

Foto por: André Barreto

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Prestando atenção


De tal maneira ele se via dividido; e dividido está, Se uma é tudo o que ele sempre quis, mas não sentia absolutamente nada, vai saber... Sendo a outra jamais imaginada, idealizada, e nem mesmo percebida; percebida a olho nú, diga-se de passagem. Quando ele se utilizou de suas "lentes anti- conceitos" Percebeu que na verdade essa era tudo o que precisava. E precisava para que completasse aquelas coisinhas poucas q faltavam nele.
Tudo isso só foi percebido, por que pela grande amizade e afinidade que tinham, tentou preencher as outras coisas que faltavam nela, como a necessidade de se sentir melhor e amada.
Por ajudá- la tanto, hoje ele ouve suas desilusões e não sente que pode te abraçar, e fazer com que você se sinta melhor pelo simples fato de tê- lo por perto, cm o calor e afago de suas mãos.
Somente por uma chance, ele poderá provar o quanto é capaz de fazer com que você seja imaginada, idealizada e percebida sem que seja preciso qualquer tipo de lentes.



Joyce barreto


Foto por: André Barreto

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Devaneios

Quando aqui escrevo, algo por dentro vem como vento. Que esvoaça, espalha, faz com que os meus olhos ardam e a mente fique confusa por não saber onde estou.
Mesmo estando cercada por conversas, risos e até mesmo monotonia; pergunto- me se seria aqui o lugar onde gostaria de estar. Se todas estas pessoas que me cercam e me fazem sorrir neste momento, realmente se importam comigo.
No entanto, as pessoas que eu gostaria que estivessem a minha volta neste exato momento, não podem suprir essa necessidade imediata de estar aqui, Sem fazer nada mesmo...
Só por eles estarem por perto e me fazer sentir melhor.
Só que melhor eu estaria mesmo, se ele... É, ele mesmo estivesse aqui, tão perto que o pudesse sentir fazer parte de mim, só com seu olhar penetrante e sua voz envolvente a sussurrar o quanto sentiu a minha falta e o tempo que perdeu por estar longe, longe o bastante que não pudesse fazer parte de mim.


Joyce Barreto


Escrito em 06/01/2010

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Confusão

O mais difícil em ter que te ver e não poder novamente ouvir a sua voz; naquele tom que só ouço quando estamos juntos, é não saber o que sinto de verdade.
Desejo? Não... acho que vai além de apenas isso;
Paixão? Sei que também não é;
Amor? Nossa... Ainda nem chega perto!
No entanto, o que pode ser essa coisa que passa por dentro de mim e incomoda de tal forma que não consigo conter? Será medo, negação ou aversão a ter que admitir algo?
Pois enfim, arrependimento sei que não tenho, e muito menos sentimento de culpa ou traição.
Dando tempo ao meu tempo, vou saber o que responder depois que atravessar essa curva tão brusca e ao mesmo tempo tão agradável pela qual a minha vida passa nesse momento


Joyce Barreto

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Negar você


Não posso viver você agora. Meus dedos, braços e pernas me dizem: NÃO, mas como posso obedecê- los se o meu cérebro, verdadeiro propulsor e responsável por todos os meus pensamentos; e logo ele, que deveria responder pela racionalidade, de tudo, ainda é teimoso.
Só consegue lembrar, imaginar e responder a todas as sinapses quando são relacionadas a você. Você, este alguém que sem saber e perceber, me acolhe no seu aconchego, me abraça em pensamento, me faz ser amada, mesmo não sendo a idealizada dos seus sonhos.
Dentro dos meus pré- conceitos, não quero obedecer meu corpo, mas também já não sei... não sei mesmo, quando e se vou responder a todas as sinapses nervosas que meu cérebro insiste em responder...
E responde sempre...
E sempre responde...
E responde dentro de mim...
O seu nome


Joyce Barreto

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Onde sou imortal!

Pode ser chamada de solidão toda essa coisa que agora sinto por dentro, pode até ser.

Se meus olhos não enxergam a todos os que estão à minha volta, por favor não desista de mim, acredite que esse tempo vai passar e você vai continuar a segurar minha mão, lhe prometo estar de olhos bem abertos para prestar atenção em tudo aquilo o que precisar, assim que voltar do silêncio. Só me dê o meu tempo, todo o tempo que preciso e espero. Esse tempo pra poder me curar; esse tempo meu, que pode durar uma noite, um choro ou um sorriso talvez.


Apenas me deixe no silêncio, porque lá é onde encontro a resposta pro tempo que preciso, e ele vai durar o tempo que preciso for, só por hoje quero o meu tempo.


Joyce Barreto